O MARTELO DAS BRUXAS
Não hei de ser um boi
Perdido no campo
Do antes e agora
Quem sabe mais antes
O pão de quimera
Com trigo de vento
Põe a prosa no saco
E foge ao teu encontro
Aperta os dentes
No sorriso
Orfeu está morto!
Não há nem pra que
Beijar estrelas
E plantar mariposas...
Será que o remorso
Resume a figura
Dos ossos falantes
Que outrora roemos?
Pão de verso na mesa
Escorre na rima da boca
Um segredo sem roupas
Não hei de ser um boi!
Melhor é ser castor gigante
E roer as bordas do tempo...
Perdido no campo
Do antes e agora
Quem sabe mais antes
O pão de quimera
Com trigo de vento
Põe a prosa no saco
E foge ao teu encontro
Aperta os dentes
No sorriso
Orfeu está morto!
Não há nem pra que
Beijar estrelas
E plantar mariposas...
Será que o remorso
Resume a figura
Dos ossos falantes
Que outrora roemos?
Pão de verso na mesa
Escorre na rima da boca
Um segredo sem roupas
Não hei de ser um boi!
Melhor é ser castor gigante
E roer as bordas do tempo...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*