E DO AMOR
Pensei no Amor
E disse-me que podia acreditar
Então peguei nele e cuidei-o
Tantas vezes me arrastei
Na lúxuria suave e no calor
Outras tantas arrastou-me
na pedra rugosa e fria
Venerei com a loucura
Entreguei-me como um todo
Quando sofri na racionalidade
Despedaçou-me
Agarrei-me com o corpo
Largaram-me a mão
De quando em vez pergunto-me se será tudo...
Não sei dizer
Como a folha de Inverno
Apenas espero que me leve na sua rajada impetuosa
Miguel Carvalhais Gama
E disse-me que podia acreditar
Então peguei nele e cuidei-o
Tantas vezes me arrastei
Na lúxuria suave e no calor
Outras tantas arrastou-me
na pedra rugosa e fria
Venerei com a loucura
Entreguei-me como um todo
Quando sofri na racionalidade
Despedaçou-me
Agarrei-me com o corpo
Largaram-me a mão
De quando em vez pergunto-me se será tudo...
Não sei dizer
Como a folha de Inverno
Apenas espero que me leve na sua rajada impetuosa
Miguel Carvalhais Gama
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Entre banquetes de poesia
Rosas, vinhos e alegrias entre banquetes de poesia tu, o outro e aquele morreram de oiro no embate da maresia. Vai mais além, p…
sribeiro1975.-12
Dual único
Por que trocar duas dúvidas por uma tempestade ? Lembra que tudo é relativo, até mesmo as mais claras evidências. A pata sinistra mal…
Darlan de Matos Cunha
Humana sina
viver mais que a vida viver em todos a sanha coletiva pulsar em tudo em cada esquina usina da alma arredores do mundo viver-se urgente no…
AurelioAquino
Ave-Maria
Quando a tarde, anuncia o poente
E olhos descrentes esperam pra ver
A magia do dia e do sol a agonia,
Da luz que irradia, buscan…
A poesia de JRUnder