Poesia
Minha poesia
É de uma força bruta
De quem não delapida palavras.
Delapidar palavras
É como depurar sentimentos
É retirar das coisas sua essência primeira
A sua completude
É ver, não com os olhos
Virgens do encantamento
Mas com os olhos enuviados
Da cultura.
Minha poesia se propõe
Ser chão seco e tórrido
Mas também ser chuva benfazeja
E temporal.
Minha poesia é vento, ventania
Quie a tudo leva
Inclusive a si mesma
Minha poesia são todos os lugares
E também lugares nenhum
É de uma força bruta
De quem não delapida palavras.
Delapidar palavras
É como depurar sentimentos
É retirar das coisas sua essência primeira
A sua completude
É ver, não com os olhos
Virgens do encantamento
Mas com os olhos enuviados
Da cultura.
Minha poesia se propõe
Ser chão seco e tórrido
Mas também ser chuva benfazeja
E temporal.
Minha poesia é vento, ventania
Quie a tudo leva
Inclusive a si mesma
Minha poesia são todos os lugares
E também lugares nenhum
Comentários (1)
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ADALTO JOSÉ
2011-11-04
SEJA BEM-VINDO,CARO POETA PEDRO OLAVO!DESTAQUE: "MINHA POESIA SÃO TODOS OS LUGARES"...O POETA VIVE A POESIA.ABRAÇOS!
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