Chegada
De joelhos
chorei em sua
chegada,
o respirar quente
frenético
saia de minhas
narinas
(seriam guelras
dentro do rio
caudaloso em que
me afundei).
Não senti as lágrimas
com sua partida,
mas elas vieram
irresistíveis
com sua chegada
(tão repentino
o seu estar
presente).
Não disseste nada,
tampouco eu disse,
apenas estavas ali
e como sinal de
união - perpétua -
entregou-me
um poema
que falava de
amor.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski