Choro do Poema
Mais uma vez o vento soprou e devastou em mim e em mim nada mudou! A soma dos minutos se misturaram em hora e anos... - E em mim nada mudou! As pernas cansadas de pensarem um novo primeiro caminho agora choram! E olhos pararam de seguir o caminho do nada; deixaram de respirar e já não mais nada do que escuridão!E o pouco brilho que a esperança trouxe deixou opaca a alma e já não sente e já não cheira já não dor que a alimente!
SIM...! "mais uma vez solidão", Vinicius, "mais uma vez solidão." - Você está sempre certo! Quão grandes mares de choradas angustias carrego na vida, mas agora como navegar se estou tão vazio?
Nos altíssimos prédios da vida em que cheguei, como, agora, descer as escadas desta solidão - e ir para aonde! Para se viver em silêncio é preciso saber muitas historias ... - Minhas mãos choram graves lágrimas no Pranto Pobre e Tímido deste poema!
SIM...! "mais uma vez solidão", Vinicius, "mais uma vez solidão." - Você está sempre certo! Quão grandes mares de choradas angustias carrego na vida, mas agora como navegar se estou tão vazio?
Nos altíssimos prédios da vida em que cheguei, como, agora, descer as escadas desta solidão - e ir para aonde! Para se viver em silêncio é preciso saber muitas historias ... - Minhas mãos choram graves lágrimas no Pranto Pobre e Tímido deste poema!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha