Uivo em silêncio
Minha alma tem sede de
sol
de vento, de lua
Anseia por ver as estrelas
na tela da noite escura
Anseia pelo cheiro da
brisa noturna
Pela claridade
amarelo- brilhante da tarde
por correr livre entre florestas
enegrecidas
Tem sede de terra
de água
de fogo
Presa entre blocos de cimento
Parede fria
Não toco, não vejo
Não respiro
Estou a espera da vida
Que um dia foi minha
Selvagem
Primitiva
Estou a espera do retorno ao lar
Estou
Estátua
Comentários (1)
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2011-12-07
Belo poema Elisiane,ele tem uma profundidade sensível que nos leva a vários pensamentos, pois indecifrável sempre foi nossas lembranças nossos sonhos. Parabéns.
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