O poder da vida
O poder infinito da vida.
Surge o dia e esperança ressurge
O espirito aninha a fé no pensamento
A estrela d’alva ainda se avista
Pássaros aqui e ali chilreiam
Acompanhados de fugaz alegria
Nos corações acordam sentimentos
Quem sabe hoje aconteça o sonho...
O amor, ódio a dor ou alegria torneiam
Se farão presentes nas vidas oriundas
das imperfeições humanas quantas
Resta-nos o direito da ousadia
Ainda que não floresça a macieira
Por certo haverá algum retorno enfim
Não morreram as rosas em essência.
Dor quanta dor se espalha pela terra
Os sentimentos mesquinhos crescem
São ervas daninhas no meio da terra
Haveremos de corta-las uma a uma
Deixando florescer a esperança e a paz
No mundo que segue seu percurso
Alguma razão ainda os jardins brotam.
Há também beleza natas dos sorrisos
Vidas que choram ou riem no amor
e na dor, vidas trançadas em desalinho
Raízes de males ou de tormentas mil
O mar agita-se em alguns flancos
Na terra vasta começa o crescer pueril
Um enigma que é degustado sempre.
Resta-nos buscar nos infinitos raios
Na constante do prazer espiritual ou carnal
Homens usam o poder da mente e criam
O extraordinário num conjunto do saber
Faz acontecer impossíveis na ciência
A arte flui realista ou ás vezes abstrata
O coração e mente dominam o sentidos.
Resta então o glorioso e fiel sentimento
O amor que cobre as razões nefastas
Cria elos e faz milagres de ousado poder
Fazendo crescer dentro e fora a eternidade.
A beleza temporária no ser humano
Reproduz a semelhança de Deus em clone
Há gente diferente boa anjos humanos.
Enfim a eternidade parte desta passagem Transmudando-se diferente em cada lugar
E o sol desponta trazendo a luz perene
chamamos vida que ressurge em embriões
Como árvores plantadas? Nao, arvores não andam
Como rosas florescendo? Rosas têm espinhos
Como Cristo? Por certo... recriando a vida.
Alma Gort
Surge o dia e esperança ressurge
O espirito aninha a fé no pensamento
A estrela d’alva ainda se avista
Pássaros aqui e ali chilreiam
Acompanhados de fugaz alegria
Nos corações acordam sentimentos
Quem sabe hoje aconteça o sonho...
O amor, ódio a dor ou alegria torneiam
Se farão presentes nas vidas oriundas
das imperfeições humanas quantas
Resta-nos o direito da ousadia
Ainda que não floresça a macieira
Por certo haverá algum retorno enfim
Não morreram as rosas em essência.
Dor quanta dor se espalha pela terra
Os sentimentos mesquinhos crescem
São ervas daninhas no meio da terra
Haveremos de corta-las uma a uma
Deixando florescer a esperança e a paz
No mundo que segue seu percurso
Alguma razão ainda os jardins brotam.
Há também beleza natas dos sorrisos
Vidas que choram ou riem no amor
e na dor, vidas trançadas em desalinho
Raízes de males ou de tormentas mil
O mar agita-se em alguns flancos
Na terra vasta começa o crescer pueril
Um enigma que é degustado sempre.
Resta-nos buscar nos infinitos raios
Na constante do prazer espiritual ou carnal
Homens usam o poder da mente e criam
O extraordinário num conjunto do saber
Faz acontecer impossíveis na ciência
A arte flui realista ou ás vezes abstrata
O coração e mente dominam o sentidos.
Resta então o glorioso e fiel sentimento
O amor que cobre as razões nefastas
Cria elos e faz milagres de ousado poder
Fazendo crescer dentro e fora a eternidade.
A beleza temporária no ser humano
Reproduz a semelhança de Deus em clone
Há gente diferente boa anjos humanos.
Enfim a eternidade parte desta passagem Transmudando-se diferente em cada lugar
E o sol desponta trazendo a luz perene
chamamos vida que ressurge em embriões
Como árvores plantadas? Nao, arvores não andam
Como rosas florescendo? Rosas têm espinhos
Como Cristo? Por certo... recriando a vida.
Alma Gort
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*