... Um pobre ornamento. (soneto)
... Um pobre ornamento. (soneto)
Hoje, do varão, é um pobre ornamento
Quimera do passado onde a natureza
Quebrou preconceitos e pensamento
Em vã filosofia da sordideza ...
Triunfou na adversidade a tolerância
De ideias astutas, de ideias tortas
Como a fúria do mar, cheia de ânsia
Sem pejo, porque a alma já está morta !
Ardis que a vil maldade disseminou
No berço execrando da decadência
O ser humano aos princípios declinou
Em prol das fantasias de indecência,
E o homem volúvel, não se afastou
Da triste e malfadada degenerecência !
São Paulo, 01/07/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
giuseppe l.
2018-08-16
Bons seus sonetos, parabéns.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*