O novo
O novo
Sim, eu adoro coisas diferentes:
adoro experimentar o novo!
O novo é algo excitante para mim,
é fantástico,
é sempre uma descoberta interessante!
Desde criança eu sempre gostei de experimentar,
fazia tantos experimentos que dizia que queria ser cientista.
Bem, cá estou, me graduando em Engenharia de Computação,
posso dizer que sou um cientista!
Adoro o novo!
Sempre gostei de experimentar coisas diferentes,
Quer um exemplo?
Pois não:
sorvete em casquinha do Mc Donalds com batata frita,
ou então com mostarda no topo!
Sim, o último é bem estranho!!!
Me lembro das aventuras de RPG,
quando estava na pré-adolescencia,
eu nunca gostava de ser o personagem tradicional,
sempre gostava de inventar.
Adoro o novo!
Gosto muito de inventar,
principalmente depois de conhecer vários dos neologismos de Guimarães Rosa,
apaixonei-me por inventar palavras e citações e frases,
e isso evoluiu para que eu criasse poemas,
e para que criasse um novo livro:
"O livro do pensador".
Pensar é criar o novo,
então num processo mimético da solene frase descartiana:
Penso, logo crio o novo!
Adoro o novo!
Naim Eghrari Moraes
30 de dezembro de 2011
Sexta-feira
0:29
Sim, eu adoro coisas diferentes:
adoro experimentar o novo!
O novo é algo excitante para mim,
é fantástico,
é sempre uma descoberta interessante!
Desde criança eu sempre gostei de experimentar,
fazia tantos experimentos que dizia que queria ser cientista.
Bem, cá estou, me graduando em Engenharia de Computação,
posso dizer que sou um cientista!
Adoro o novo!
Sempre gostei de experimentar coisas diferentes,
Quer um exemplo?
Pois não:
sorvete em casquinha do Mc Donalds com batata frita,
ou então com mostarda no topo!
Sim, o último é bem estranho!!!
Me lembro das aventuras de RPG,
quando estava na pré-adolescencia,
eu nunca gostava de ser o personagem tradicional,
sempre gostava de inventar.
Adoro o novo!
Gosto muito de inventar,
principalmente depois de conhecer vários dos neologismos de Guimarães Rosa,
apaixonei-me por inventar palavras e citações e frases,
e isso evoluiu para que eu criasse poemas,
e para que criasse um novo livro:
"O livro do pensador".
Pensar é criar o novo,
então num processo mimético da solene frase descartiana:
Penso, logo crio o novo!
Adoro o novo!
Naim Eghrari Moraes
30 de dezembro de 2011
Sexta-feira
0:29
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