Morreste-me
Hoje morreste-me
Que fazer do teu corpo
Sem alma sem vida
Desta dor quer ficou dentro
De mim
Hoje morreste-me
E os mares estavam quietos
Os ventos parados
Mas as nuvens negras
Anunciavam
Que a morte estava
Prestes a chegar
Hoje morreste-me
E partiste sem que pudesse
Dizer-te mais uma vez
Beijando a tua boca que
Te amo
Hoje morreste-me
E fiquei neste silêncio profundo
Com o amargo e salgado
Sabor das minhas lágrimas
Por ti
Hoje morreste-me
Sem saber o que fazer
De mim ….
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*