Trova paralela.
Me enrolar nos braços da loucura, fazendo a decadência dominar o que sinto. Olhando nos olhos daquele que acaricia aos poucos meu cabelo. Luz que irradia meu peito abrindo-o involuntariamente aos teus encantos. Levando-me ao além de tua áurea, sentindo e observando a tua cor que ofusca minhas palavras. Se entrego meus gestos em tua melodia, faça-me letra paralela. Ao menos vomite-me em um verso qualquer.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*