Trégua
Nos solavancos da estrada...
As armaduras vão desistindo de me acompanhar...
Bebi a alma em goles pequenos até a última gota...
Nem mesmo assim saciei a sede...
Mastiguei a pele inteira até ficar nua...
Nem mesmo assim saciei a fome...
Decepei os cabelos e junto o orgulho...
Sobrou apenas o lenço branco que tremula...
Já não tenho mais forças para odiar te amar...
Trégua!
As armaduras vão desistindo de me acompanhar...
Bebi a alma em goles pequenos até a última gota...
Nem mesmo assim saciei a sede...
Mastiguei a pele inteira até ficar nua...
Nem mesmo assim saciei a fome...
Decepei os cabelos e junto o orgulho...
Sobrou apenas o lenço branco que tremula...
Já não tenho mais forças para odiar te amar...
Trégua!
Comentários (2)
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2012-01-17
Obrigada Euzébio. Seja sempre bem vindo ao meu cantinho. Abraços. Valéria Cruz
2012-01-14
O amor é assim vem de varias maneiras e possuem nossas almas como se fosse dono de todos os nossos sentimentos. Parabéns Valéria Bonito seu poema
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