Uma escultura natural, torneada pelo sopro Divino.
Diferente em seus aspectos,
às vezes parece ser um espectro.

Na labuta com toda força, moço ou moça.
Com o objetivo de crescer na vida,
na busca de cada partida,
o viver não só pelo viver,
mas pelo prazer de ter...

A certeza
que o adorno
adquirido do nosso templo, passa a ser
apreciado
com brilho de reis e rainhas.

Mesmo cheio
de balangandãs não perde
a razão de ser admirado,
pelos os esforços apresentados.

Perante o tribunal celestial,
todos os
corpos trazem apenas
suas histórias, com suas mazelas, que a caminhada
fixa a cada
qual, na espera do julgamento final.

Fernando Cartago
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Comentários (1)

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Cristiane Lima
Cristiane Lima
2012-02-18

Esse poema merece uma grande e profunda pausa para reflexão. Somos criação de Deus, trabalhamos tanto, queremos tantos bens materiais que esquecemos que só levamos o que fica registrado em nossa alma. Que quando retornamos a patria Divina só a essencia de nos é que levamos conosco, todo o resto fica aqui na Terra e ainda responderemos pelos nossos atos.