Quando o céu ainda não tinha nome
e a Terra era apenas uma promessa,
chamei por ti da alvorada das estrelas.

Ainda os deuses dormiam no limbo
e a sua vontade não rasgava universos,
chamei por ti na madrugada dos tempos.

A voz se me perdeu nos ventos de Samsara
e na alma eterna tatuei o teu nome,
porque mesmo no silêncio mortal chamarei por ti.

In hincillalacrimae.blogspot.com de Bela
Foto de Beatriz Prestes
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