JARDINEIRO
Era uma vez um jardineiro que tinha uma verdadeira paixão por suas flores.
Todos os dias ao se levantar vestia suas roupas de trabalho e começava seu ritual quase que sagrado de como bem cuidar delas.
Com elas estava sua alegria. Sua satisfação. Estar com elas era como estar em paz. Elas o entendiam e só ele as compreendia. Sem elas, ele era solitário e triste, mas com elas tudo no mundo florescia com mais cor e brilho. Ele era feliz assim!
Cuidar delas era sua verdadeira vocação. E sua vida nunca foi tão completa e cheia de sentido, pois, ali estava o sentido da sua existência. Porém num belo dia de primavera o jardineiro não se levantou e junto com ele suas flores, já que com o passar do tempo ambos eram apenas um e não sabiam viver sem o outro.
No seu enterro ninguém compareceu para chorar aos seus pés e na sua tumba só restavam flores tristes de plástico.
Todos os dias ao se levantar vestia suas roupas de trabalho e começava seu ritual quase que sagrado de como bem cuidar delas.
Com elas estava sua alegria. Sua satisfação. Estar com elas era como estar em paz. Elas o entendiam e só ele as compreendia. Sem elas, ele era solitário e triste, mas com elas tudo no mundo florescia com mais cor e brilho. Ele era feliz assim!
Cuidar delas era sua verdadeira vocação. E sua vida nunca foi tão completa e cheia de sentido, pois, ali estava o sentido da sua existência. Porém num belo dia de primavera o jardineiro não se levantou e junto com ele suas flores, já que com o passar do tempo ambos eram apenas um e não sabiam viver sem o outro.
No seu enterro ninguém compareceu para chorar aos seus pés e na sua tumba só restavam flores tristes de plástico.
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