não me entrego
Quando tenho vontade de chora, eu sorriu
Não quero me entregar as magoas da minha rotina
Cada palavra dita, palavra mal proferida...
que caia sobre os confins da terra,
e na minha força de viver, eu encontre a difícil e sofrida alegria.
Não quero me entregar as magoas da minha rotina
Cada palavra dita, palavra mal proferida...
que caia sobre os confins da terra,
e na minha força de viver, eu encontre a difícil e sofrida alegria.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Think like a poet
Think like a poet Write like a poet Pray like a poet do Dream like a poet do When you sleep at night Today is over already It was my Fath…
Aldo gabbay kraas
Instância
no currículo basta estar vivo respondendo ao mundo assim subversivo o verbo basta ser arma deflagrando unânime os fuzis da alma de estar …
AurelioAquino
O asno II
O tempo passa pela luz divina de todos os viventes... são como raios e trovões em noites de tempestades - as amarguras se vão - os choros…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Meio vivo - meio morto .
Sou o meio em que vivo - meio vivo - meio morto - não quero aqui destacar os perfumes que sinto das mulheres ... pois são intocáveis . Me…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*