não me entrego
Quando tenho vontade de chora, eu sorriu
Não quero me entregar as magoas da minha rotina
Cada palavra dita, palavra mal proferida...
que caia sobre os confins da terra,
e na minha força de viver, eu encontre a difícil e sofrida alegria.
Não quero me entregar as magoas da minha rotina
Cada palavra dita, palavra mal proferida...
que caia sobre os confins da terra,
e na minha força de viver, eu encontre a difícil e sofrida alegria.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Obra N.° 4: Enxurrada de Beijos
Me deixas tão louco!
À beira de um precipício, eu diria
Minha esposa e amiga
Que pele macia!
Só de ver o brilho da tua…
Vilar Romancista
Minhas Saudades Serão Tuas Saudades.
A tristeza faz dormir meu corpo e minha ilusão... ela habita meu ser de vez em quando - pois as alegrias nunca são permanentes - perante…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Ocote
Não existe um só dia
em que eu não viaje dentro
da América Latina,
percebendo os seus
românticos sinais
Há muito tempo iss…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Por te amar.
Por amar- te, vi-me perdido
Em meio a um querer, iludido
Por ser amado, talvez
Amor por amor é o bastante
Pois na sequencia …
A poesia de JRUnder