Será que sentirei saudades amanhã quando acordar?
Será que o céu vai estar tão azul que vai meus olhos ofuscar?
Será que terei como primeiro pensamento a lembrança
De algo que me fará sorrir e desejar?
Será que despertarei daquele sonho cheio de realidade fantasiosa?
Será que amanhã meu dia trará com ele o perfume da rosa rubra
Encharcada de essência e liquidez amorosa?
Será? ...Será? ...Será? ...Será?...
Será que amanhã meu caminho tão cheio de espinhos
Me levará para outros trilhos, para novos caminhos?
Será que amanhã minhas perguntas mal feitas
Encontrarão ao longo do dia as respostas perfeitas?
Será que amanhã o grande Júpiter vai minhas energias
Tão escassas enfim recarregar?
Quanta idiotice verbalizada
Quantas palavras desorganizadas
Quanto verbo preguiçoso
Mas, será que eu em algum momento
Dessa minha existência infinita
Encontrarei respostas ou farei perguntas
Que de alguma forma me alivie essa
Intensa necessidade de saber?
Melhor entrar na imensidão do sono
Sem perguntas a fazer
Sem desejos ou fantasias
Enquanto o corpo adormecer
Minha alma irá ao encontro
De tudo que vale a pena saber
Amanhã... Bom, amanhã é amanhã...
Resta-me apenas os olhos cerrar e a voz emudecer
Para depois despertar em um novo alvorecer.
Será que o céu vai estar tão azul que vai meus olhos ofuscar?
Será que terei como primeiro pensamento a lembrança
De algo que me fará sorrir e desejar?
Será que despertarei daquele sonho cheio de realidade fantasiosa?
Será que amanhã meu dia trará com ele o perfume da rosa rubra
Encharcada de essência e liquidez amorosa?
Será? ...Será? ...Será? ...Será?...
Será que amanhã meu caminho tão cheio de espinhos
Me levará para outros trilhos, para novos caminhos?
Será que amanhã minhas perguntas mal feitas
Encontrarão ao longo do dia as respostas perfeitas?
Será que amanhã o grande Júpiter vai minhas energias
Tão escassas enfim recarregar?
Quanta idiotice verbalizada
Quantas palavras desorganizadas
Quanto verbo preguiçoso
Mas, será que eu em algum momento
Dessa minha existência infinita
Encontrarei respostas ou farei perguntas
Que de alguma forma me alivie essa
Intensa necessidade de saber?
Melhor entrar na imensidão do sono
Sem perguntas a fazer
Sem desejos ou fantasias
Enquanto o corpo adormecer
Minha alma irá ao encontro
De tudo que vale a pena saber
Amanhã... Bom, amanhã é amanhã...
Resta-me apenas os olhos cerrar e a voz emudecer
Para depois despertar em um novo alvorecer.
Comentários (1)
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2012-04-26
Que bom ler teu poema deslizar pelas palavras feito uma brisa suave e ver que todas as suas fantasias são realidade. Parabéns
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