Paixões insanas
A fumaça do cigarro esquenta meu peito;
Brinco de buscar figuras com a nuvem peçonhenta;
O prazer corroem a vida deste monte de barro;
Mas continuo deixando em cada tragada uma lembrança;
Meu corpo perdeu a vida e aprodesse com a luxuria.
Deixo o tempo fazer seu trabalho...
Envelhecer devagar, guardando dores passadas;
Tristezas, arrependimento e desilusões;
Uma caixa de surpresas para ferir a alma;
Meu corpo já foi o que resta agora?
Levanto de madrugada com os olhos inchados;
Não me dou o luxo do sono;
Sou suicida, aceite isto e deixe-me em paz;
Venha me visitar em uma semana e não esquece...
Da Terra fui retirado e a ela feliz voltei.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Segredo dos Homens.
Os segredos dos homens se mantem guardados - não revelados pelo santo nome de { Adonai } São tão latentes em seus prazeres - que quando …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
VISÕES
Vejo aqui na frente Os seus olhos de doce mel, Me olhando de repente, Como que vindos lá do céu. Vejo o seu corpo na minha cama, Nu e li…
Celso Ciampi
Etílica paterna
a manhã ainda nem se achava perdida, confusa, no vão da madrugada o tempo desgovernado confundia o menino com o sono guardado abrindo a p…
AurelioAquino
Tempo encenado
arquivo de tanto o tempo perambula larga o passado nas veias do futuro a saudade no tempo disfarçado mascara de si cada passado o futuro …
AurelioAquino