Anseio !
Anseio !
Anseio por liberdade
Por amar e ser amado
Numa ambição de igualdade,
Anseio estar a teu lado
Anseio paz e ternura
Felicidade sem fim
Anseio pela ventura
Que um dia, gostes de mim
Anseio no dia a dia
Vir a ser o paladino
Que fará tua alegria
Nos meandros do destino
Anseio beijar tua boca
Com sofreguidão e amor
E sem pedir nada em troca
Me dês paixão e calor
Anseio, que tanto anseio
No anseio desta vida
É ter você em meu meio
E chamar-te de querida
Anseio a paz do Senhor
Anseio o sol e a estrela
Mas meu anseio maior
É encontrar a cinderela
Em dia de sol, ou chuva
Seja inverno ou verão
O meu anseio não turva
Nem diminui a paixão
Anseio ver-te à janela
Janela do coração
Tu, és a coisa mais bela
És o anseio e a razão
Não tenho anseio secreto
Meu anseio é te amar
Nem que seja por decreto
Eu irei te conquistar
Eu anseio por justiça
Sem vendas no rosto seu
Não sou de fugir à liça
Só preservo o que é meu
Anseio acabar a miséria
E a indigência, também
Aqui é tão baixa a féria
Que não iguala ninguém
Na inclusão social
Seu anseio é inaceitável
Na justificativa moral,
Qual anseio abominável
No desabrochar da razão
A revitalização emocional
É o anseio da nação
Por vezes, promocional.
São Paulo, 24/04/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Anseio por liberdade
Por amar e ser amado
Numa ambição de igualdade,
Anseio estar a teu lado
Anseio paz e ternura
Felicidade sem fim
Anseio pela ventura
Que um dia, gostes de mim
Anseio no dia a dia
Vir a ser o paladino
Que fará tua alegria
Nos meandros do destino
Anseio beijar tua boca
Com sofreguidão e amor
E sem pedir nada em troca
Me dês paixão e calor
Anseio, que tanto anseio
No anseio desta vida
É ter você em meu meio
E chamar-te de querida
Anseio a paz do Senhor
Anseio o sol e a estrela
Mas meu anseio maior
É encontrar a cinderela
Em dia de sol, ou chuva
Seja inverno ou verão
O meu anseio não turva
Nem diminui a paixão
Anseio ver-te à janela
Janela do coração
Tu, és a coisa mais bela
És o anseio e a razão
Não tenho anseio secreto
Meu anseio é te amar
Nem que seja por decreto
Eu irei te conquistar
Eu anseio por justiça
Sem vendas no rosto seu
Não sou de fugir à liça
Só preservo o que é meu
Anseio acabar a miséria
E a indigência, também
Aqui é tão baixa a féria
Que não iguala ninguém
Na inclusão social
Seu anseio é inaceitável
Na justificativa moral,
Qual anseio abominável
No desabrochar da razão
A revitalização emocional
É o anseio da nação
Por vezes, promocional.
São Paulo, 24/04/2012
Armando A. C. Garcia
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