Terra Minha, minha terra...
Terra
Terra amada!
Alva, respirada
na praia da memoria,
espuma despida
no travo dos sentidos
(Gentes na laje,
Ondulando ao futuro)
Terra
Súbta Terra
De águas derramadas
Das nascentes , dos olhos
Em algibes
profundos.
Servidas em copo
( qua as grades, agora celas
Protegiam )
Terra
Terra minha que tardas
Nas horas que despontas
Entre sombras
E luar !
Ouvir-te de novo seria
Calar o grito
À sede
(gente no caminho
Antes do tempo venha
Florir as alamedas ordenadas)
Terra...
Terra minha...
Foras apenas isso!