A caneta
Da sua ponta escorre a tinta.
De sua tinta faz mistério...
E o que escreve parece tão sério
Que não existem dúvidas que minta
Se as palavras que transcreve
São sinceras e latentes
Não pode ferir tanta gente
Que sonha, labuta, se atreve.
Porém, não tem vida própria;
Não pensa, não anda, nem atura
Tampouco compaixão e ternura
Quem lhe manipula textos e torturas
E a faz transmitir covardia
Quem, senão, a mão que a segura!
De sua tinta faz mistério...
E o que escreve parece tão sério
Que não existem dúvidas que minta
Se as palavras que transcreve
São sinceras e latentes
Não pode ferir tanta gente
Que sonha, labuta, se atreve.
Porém, não tem vida própria;
Não pensa, não anda, nem atura
Tampouco compaixão e ternura
Quem lhe manipula textos e torturas
E a faz transmitir covardia
Quem, senão, a mão que a segura!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Passadas
a história trafegando os homens joga pela consciência os gritos que consome a passeata caminhando a vida debruça na praça suas investidas…
AurelioAquino
Ready for heaven
Ready for heaven Sky so pure above Calling for me All the long days blessed together God I can wait to go to Heaven Heaven waits quietly …
Aldo gabbay kraas
Flores e amores
Poderia ter nascido uma flor, mas o que nasceu era um sentimento.
Poderia ter sido uma rosa, mas era um amor.
Poderia estar em …
A poesia de JRUnder
Poeira em desencanto.
Tem vezes que quando observo o infinito - todas as cores despontam... e meus olhos e ouvidos ouvem o chiar das trombetas dos deuses. A t…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*