aconchego
mergulhei no seu corpo
e sem
perceber
enredei-me
em
você
como uma onda
absorta
observei detalhes
e
contrastes tais
que me
fascinaram
tateei o seu corpo
pousando olhares
no seu colo nú
deixei-me levar
por entre vãos
de sua delicada seda
em pleno mar
colada
a
seu
corpo
embalei-me
feliz
na sua pele
de lã
insinuante urdidura
feita
de
negra renda
com olhos
atentos
buscava sinais
nos seus olhos
nuances de
um
longe farol
ao meu
alcance
na
nudez
da sua
pele
semi
encoberta
flutuei
senti-me
atrevida...
ousada
nadando
em
meio àquela
trama bordada
colada em seus
limites
me rendo
aos encantos
seu alvo corpo
me
aconchegou
pelos
fios
eriçados
em seus
póros
e neste
diminuto
instante
sinto
que sou
suas mãos
a riscar
circulos azuis
no inexato
quadrado
ponteado
cantavam
as
pedras
cantava
eu
cantava
o silêncio
em
sonoro
sussurro
risos
no salão
ecoavam
a
sua
e
a
minha
alegria
do palco
das
prendas
surgia
a
magia
por
entre
letras
e
inúmeros
números
em pedaços
um bolo
de
doce limão
que
imaginei ser
eu mesma
a
derreter
com todo
prazer
no céu de
você
delicado era olhar-te
e o
meu respirar
um quase arfar
maravilhado
deleitoso o sentir
sem falar
nesse
estase louco...
calado
sutil
movimento
a todo
momento
surgia de cá
de
dentro
não queria
anotar
nem riscar
ou
fazer-me
notar
tocando
você
pelo
avesso
senti o prazer
do
meu ser estar
envolto em você
na imaginária
trama
tecida
de
nós
te
olhar
é
sentir
o
destino
da vida
nos tecendo
no meu corpo
calor
vesti-me
de
você
com todo amor
aconchegada
a
sua
presença
pura luz
que
me
convida
e
me
chama
de
vida
por dentro
ella de castro
e sem
perceber
enredei-me
em
você
como uma onda
absorta
observei detalhes
e
contrastes tais
que me
fascinaram
tateei o seu corpo
pousando olhares
no seu colo nú
deixei-me levar
por entre vãos
de sua delicada seda
em pleno mar
colada
a
seu
corpo
embalei-me
feliz
na sua pele
de lã
insinuante urdidura
feita
de
negra renda
com olhos
atentos
buscava sinais
nos seus olhos
nuances de
um
longe farol
ao meu
alcance
na
nudez
da sua
pele
semi
encoberta
flutuei
senti-me
atrevida...
ousada
nadando
em
meio àquela
trama bordada
colada em seus
limites
me rendo
aos encantos
seu alvo corpo
me
aconchegou
pelos
fios
eriçados
em seus
póros
e neste
diminuto
instante
sinto
que sou
suas mãos
a riscar
circulos azuis
no inexato
quadrado
ponteado
cantavam
as
pedras
cantava
eu
cantava
o silêncio
em
sonoro
sussurro
risos
no salão
ecoavam
a
sua
e
a
minha
alegria
do palco
das
prendas
surgia
a
magia
por
entre
letras
e
inúmeros
números
em pedaços
um bolo
de
doce limão
que
imaginei ser
eu mesma
a
derreter
com todo
prazer
no céu de
você
delicado era olhar-te
e o
meu respirar
um quase arfar
maravilhado
deleitoso o sentir
sem falar
nesse
estase louco...
calado
sutil
movimento
a todo
momento
surgia de cá
de
dentro
não queria
anotar
nem riscar
ou
fazer-me
notar
tocando
você
pelo
avesso
senti o prazer
do
meu ser estar
envolto em você
na imaginária
trama
tecida
de
nós
te
olhar
é
sentir
o
destino
da vida
nos tecendo
no meu corpo
calor
vesti-me
de
você
com todo amor
aconchegada
a
sua
presença
pura luz
que
me
convida
e
me
chama
de
vida
por dentro
ella de castro
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