(Não podia vê-lo extasiado, mirando aquela flor...)
Eih!...
Tu que dormes na corola
dessa flor,
desperta que o néctar
também é veneno, dor.
Não sentes
que teu sangue se evola
entre partículas de éter?...
Tua vida, olhar-sonho,
imerge-te no além...
(esse degredo medonho,
província-de-não-sei-quem.
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