Parece que foi ontem
Passaram-se dois milhões, quinhentos e noventa e dois mil segundos e parece que foi ontem...
Querias apaixonar-te mas disseste que era cedo demais e um toque de mãos foi-te fatal. Espalhaste-te ao comprido, eu apressei-me a ajudar-te a levantar e a magia aconteceu.
Sempre que passo em tal caminho rio-me feito parvo e sinto-me feliz. Aposto que se riem de mim, que faço uma triste figura, mas estou-me nas tintas. É que não me canso de recordar, sabes?
Às vezes, no escuro, delicio-me a reviver cada instante. Sei que é triste cair, mas se adivinhasse que o resultado seria este até caía eu e aguardava pelo teu amparo. Tocar-nos-íamos na mesma e a magia na mesma acontecia!
Dizem que quem rima sem querer é amado sem saber mas eu sei, porque me dizes ao ouvido que te faço feliz. E sabes uma coisa? Feliz fico eu a ouvir-te, porque assim, somos dois a trilhar o mesmo caminho, a cair, mas de amores.
Passaram-se dois milhões, quinhentos e noventa e dois mil segundos e parece que foi ontem...
Levaste-me ao Festival mas para mim a música já era outra. Mesmo com voz de cana rachada cantei-te ao ouvido e tu sorriste. E a cada instante, mesmo no escuro, o brilho do teu olhar contagiava o meu. E a música, alegre ou triste passava logo para segundo plano. A pauta era outra, só nossa!
Depois do concerto já não havia conserto possível. Era tudo ou nada e eu queria tudo!
Na esplanada escolhi o lugar mais escuro, de propósito e tu topaste a minha estratégia. Peguei-te na mão, agora sem queda e viciei-me nesse tocar!
Querias apaixonar-te, disseste que era cedo demais mas as nossas mãos, caminho afora, nunca mais se soltaram.
Passaram-se dois milhões, quinhentos e noventa e dois mil segundos e parece que foi ontem...
Querias apaixonar-te mas disseste que era cedo demais e um toque de mãos foi-te fatal. Espalhaste-te ao comprido, eu apressei-me a ajudar-te a levantar e a magia aconteceu.
Sempre que passo em tal caminho rio-me feito parvo e sinto-me feliz. Aposto que se riem de mim, que faço uma triste figura, mas estou-me nas tintas. É que não me canso de recordar, sabes?
Às vezes, no escuro, delicio-me a reviver cada instante. Sei que é triste cair, mas se adivinhasse que o resultado seria este até caía eu e aguardava pelo teu amparo. Tocar-nos-íamos na mesma e a magia na mesma acontecia!
Dizem que quem rima sem querer é amado sem saber mas eu sei, porque me dizes ao ouvido que te faço feliz. E sabes uma coisa? Feliz fico eu a ouvir-te, porque assim, somos dois a trilhar o mesmo caminho, a cair, mas de amores.
Passaram-se dois milhões, quinhentos e noventa e dois mil segundos e parece que foi ontem...
Levaste-me ao Festival mas para mim a música já era outra. Mesmo com voz de cana rachada cantei-te ao ouvido e tu sorriste. E a cada instante, mesmo no escuro, o brilho do teu olhar contagiava o meu. E a música, alegre ou triste passava logo para segundo plano. A pauta era outra, só nossa!
Depois do concerto já não havia conserto possível. Era tudo ou nada e eu queria tudo!
Na esplanada escolhi o lugar mais escuro, de propósito e tu topaste a minha estratégia. Peguei-te na mão, agora sem queda e viciei-me nesse tocar!
Querias apaixonar-te, disseste que era cedo demais mas as nossas mãos, caminho afora, nunca mais se soltaram.
Passaram-se dois milhões, quinhentos e noventa e dois mil segundos e parece que foi ontem...
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