Natural
Haviam matos, rios e morros,
Ao natural oferecendo sua beleza,
Mas não foi escutado o pedido de socorro
E foi assim, modificada a natureza.
Haviam frutas, hortaliças e cereais
Oferecendo-se puros para a mesa
Envenenados por produtos industriais
Alterou-se o natural da natureza.
Havia o ar saudável para respirar
Oxigenando de todos - à vida,
Destruiu-se pulmões verdes ao desmatar
Desequilíbrios de uma raça suicida.
Apesar dos sinais, prevalece a prepotência,
E o homem finge não saber,
Que no futuro a maior de todas as carências
Será a água potável para beber.
(poema vencedor do Apogeu poético AVL, agosto 2016 - Tema Natureza - modalidade Moderno)
Ao natural oferecendo sua beleza,
Mas não foi escutado o pedido de socorro
E foi assim, modificada a natureza.
Haviam frutas, hortaliças e cereais
Oferecendo-se puros para a mesa
Envenenados por produtos industriais
Alterou-se o natural da natureza.
Havia o ar saudável para respirar
Oxigenando de todos - à vida,
Destruiu-se pulmões verdes ao desmatar
Desequilíbrios de uma raça suicida.
Apesar dos sinais, prevalece a prepotência,
E o homem finge não saber,
Que no futuro a maior de todas as carências
Será a água potável para beber.
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