PANTANEIRO
Sou pantaneiro
Canoeiro
Índio guató
Que navega nas águas silentes
Sem o embaraço dos camalotes
Tapete verde que desce no Rio Paraguai
Sou pantaneiro
Tomo Tererê na roda
E o dia se faz verbo da lida
Vou pescando na saudade
A vontade de sonhar
E tal gado baguá não me prendo
Vou seguindo a minha sina
O meu destino está escrito no infinito do teu olhar.
Canoeiro
Índio guató
Que navega nas águas silentes
Sem o embaraço dos camalotes
Tapete verde que desce no Rio Paraguai
Sou pantaneiro
Tomo Tererê na roda
E o dia se faz verbo da lida
Vou pescando na saudade
A vontade de sonhar
E tal gado baguá não me prendo
Vou seguindo a minha sina
O meu destino está escrito no infinito do teu olhar.
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