Olhos do amanhecer.
Exatamente no ponto entre passado e futuro.
Em suas mãos o presente. Uma caixa com fita bonita, abre sua aba deixando cair seus sonhos cortados e sangrando, por mais que ferido respira ainda bem vivo. E ela fragilizada por sentidos turvos e perdidos apenas suspira.
Pois com sua cabeça automaticamente erguida e o mesmo olhar firme, é plena certeza de continuar seus sonhos agora contido, outrora simplesmente realizados. Contornando vagarosamente as curvas de um desenho da vida, percebendo seu perfume e admirando suas cores, segue por deixar cumprir o entre abrir de novas páginas. E seu leitor preferido (O destino) lhe sorrir deixando o branco à preencher de seu próprio negror.
Em suas mãos o presente. Uma caixa com fita bonita, abre sua aba deixando cair seus sonhos cortados e sangrando, por mais que ferido respira ainda bem vivo. E ela fragilizada por sentidos turvos e perdidos apenas suspira.
Pois com sua cabeça automaticamente erguida e o mesmo olhar firme, é plena certeza de continuar seus sonhos agora contido, outrora simplesmente realizados. Contornando vagarosamente as curvas de um desenho da vida, percebendo seu perfume e admirando suas cores, segue por deixar cumprir o entre abrir de novas páginas. E seu leitor preferido (O destino) lhe sorrir deixando o branco à preencher de seu próprio negror.
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