Gravado na alma.
Havia uma mulher linda! Com a pele macia e branca como a neve. Ela cheirava ao leite das rosas.
Em seus olhos eu via ondas de um mar manso e belo. Mesmo zangada aquela infinita calmaria verde me olhava; Eu fazia tudo que ela queria, talvez ela não soube que não era por sua fúria. E sim pela pureza e força do sentimento que me tocava.
Um dia radiante de sol, ao acordar ela falou - me do tempo.
Como era ligeiro. Então olhou no fundo de meus olhos ainda tontos de sono e disse:
Um ano e é como se fosse ontem, acordo sentindo seu cheiro de vida.
Ela nunca mais voltou. Morreu!
Mas nunca se foi.
Em seus olhos eu via ondas de um mar manso e belo. Mesmo zangada aquela infinita calmaria verde me olhava; Eu fazia tudo que ela queria, talvez ela não soube que não era por sua fúria. E sim pela pureza e força do sentimento que me tocava.
Um dia radiante de sol, ao acordar ela falou - me do tempo.
Como era ligeiro. Então olhou no fundo de meus olhos ainda tontos de sono e disse:
Um ano e é como se fosse ontem, acordo sentindo seu cheiro de vida.
Ela nunca mais voltou. Morreu!
Mas nunca se foi.
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