Melancolia

Melancolia
advento em folia
perfumando o tempo
franzino, esquecido
beirando todas as anomalias
dos meus versos em plena vigília
Melancolia
apedrejando os meus silêncios
acantonados na tertúlia dos dias
onde mendigo sem quezilias
um grito de desespero remetido
neste poema morrendo
quase de embolia
Melancolia
dos meus sonhos remetidos ao
túmulo de todas as indiferenças
mastigando cada degrau onde
pavimento o espólio das
minhas irrefutáveis lembranças
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski