A C a n d u r a
No murmurejar incessante da fonte
Corre água pura, branca, cristalina
A brancura dessa água nos ensina
Que turva, se for cair fora da fonte.
Como ela é a candura feminina
Precisa de muito viço e cuidado
Não misturar a candura ao pecado
Para não turvar a pureza angelina
Teu ego, na limpidez alabastrina
Envolvido por ternuras blandiciosas
Não deixará perceber quão mentirosas
As carícias recebidas em surdina
Para não seres tua própria vítima
Nunca deixes cair tua moral
Que a carícia jamais te arraste ao mal
Par obteres a vitória legítima.
São Paulo, 07/05/64
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
Corre água pura, branca, cristalina
A brancura dessa água nos ensina
Que turva, se for cair fora da fonte.
Como ela é a candura feminina
Precisa de muito viço e cuidado
Não misturar a candura ao pecado
Para não turvar a pureza angelina
Teu ego, na limpidez alabastrina
Envolvido por ternuras blandiciosas
Não deixará perceber quão mentirosas
As carícias recebidas em surdina
Para não seres tua própria vítima
Nunca deixes cair tua moral
Que a carícia jamais te arraste ao mal
Par obteres a vitória legítima.
São Paulo, 07/05/64
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas