A Mentira ! - (Infantil)
A Mentira ! - (Infantil)
O meu pai sempre dizia
Filho, não deve mentir
Porque a Mentira um dia
Poderá te atingir
Vejam só o que aconteceu
Ao Zé, que apascenta gado
- À noite não adormeceu,
Por sentir-se entediado
Então, sem o que fazer
Uma farsa engendrou
E gritando, ele fez crer
Que o lobo o atacou
Os pastores da vizinhança
Ouvindo... lobo gritar
Acudiram na esperança
Do lobo mau espantar
Lá chegando, circunspecto
O palco do acontecido
Não revelava aspecto
Do lobo ali ter bramido
Mal três dias se passaram
O Zé, de novo gritou...
Lobo, lobo, socorram ...
E todo mundo ali voltou
Vendo a mentira do Zé
Os pastores s’entreolharam
E sem tapa ou pontapé
Desapontados... retiraram
Zé, ficou desacreditado
No meio da vizinhança
- O caráter demonstrado
Foi de uma vil criança
No dia que o lobo atacou
O Zé, socorro pediu ...
Mas ninguém se importou
Porque o Zé, sempre mentiu
Com fúria e sanguinolência
O lobo mau sacrificou
Dez ovelhas, em consequência
Da mentira que criou
Foi então que o Zé pensou
No mal que havia feito
Quando mentindo gritou
Por socorro sem efeito !
São Paulo, 07/02/2008
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
E-mail: [email protected]
O meu pai sempre dizia
Filho, não deve mentir
Porque a Mentira um dia
Poderá te atingir
Vejam só o que aconteceu
Ao Zé, que apascenta gado
- À noite não adormeceu,
Por sentir-se entediado
Então, sem o que fazer
Uma farsa engendrou
E gritando, ele fez crer
Que o lobo o atacou
Os pastores da vizinhança
Ouvindo... lobo gritar
Acudiram na esperança
Do lobo mau espantar
Lá chegando, circunspecto
O palco do acontecido
Não revelava aspecto
Do lobo ali ter bramido
Mal três dias se passaram
O Zé, de novo gritou...
Lobo, lobo, socorram ...
E todo mundo ali voltou
Vendo a mentira do Zé
Os pastores s’entreolharam
E sem tapa ou pontapé
Desapontados... retiraram
Zé, ficou desacreditado
No meio da vizinhança
- O caráter demonstrado
Foi de uma vil criança
No dia que o lobo atacou
O Zé, socorro pediu ...
Mas ninguém se importou
Porque o Zé, sempre mentiu
Com fúria e sanguinolência
O lobo mau sacrificou
Dez ovelhas, em consequência
Da mentira que criou
Foi então que o Zé pensou
No mal que havia feito
Quando mentindo gritou
Por socorro sem efeito !
São Paulo, 07/02/2008
Armando A. C. Garcia
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