Não há noites frias
Ou dias quentes em frente
As evidências de meu deserto
Nem bonança de Oasis
Ou secura estorricante
Há um suplicante grito
Por uma não existência
Por uma insignificância
Por ser coisa alguma ou
Tudo ser nesta amplidão
Absoluta e só minha
Nenhum deserto ao lado
Que errante me acompanha
Atrai-me tanto quanto
Um ofuscar um obscurecer
Por dissipação por irrisório
Volúvel e risível
No desejo de ser ninguém
Não sei o momento exato
Que me desertifiquei
Sei que minha solidão
O extravasa nesta travessia
Em que entre dias de sol
Há um luar para amenizar
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal
sombras na lua
eu queria tocar mais a fundo onde está tudo tão escuro muito além do que é eu queria galgar este muro porque meu mundo avulta-se como eu…
Kátia Surreal