Como outrora
Como outrora
Eu vejo como outrora, palácios luxuosos
E orgulhos altaneiros crescerem copiosos
À beira da miséria, dos festins mundanos
Que infestam o mundo à milhares de anos
E o desprezo atroz pela humilde sociedade
Que vivem explorando com vil seriedade
Que como outrora não passa de escravatura
Ora socializada, por nova estrutura.
E nas mentes obscuras, de cérebros doentios
Crescem monturos de pensamentos vazios
Onde só o ouro e o vício tomam forma
Na obsessão que fermenta a lôbrega norma.
Eu vejo, ainda, uma geração desregrada
Abraçada ao vício e à luxúria escravizada
Pelo poder do metal, das diversões mundanas
Vendendo corações, como sina de ciganas
E imbuírem na fé seus corações incrédulos
Que negam ao doente o pão e os remédios
E cortam vencimentos, onde a fome grassa
Lançando-os ao desespero e à desgraça.
São Paulo, 30/09/1964
Armando A. C. Garcia
Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
Eu vejo como outrora, palácios luxuosos
E orgulhos altaneiros crescerem copiosos
À beira da miséria, dos festins mundanos
Que infestam o mundo à milhares de anos
E o desprezo atroz pela humilde sociedade
Que vivem explorando com vil seriedade
Que como outrora não passa de escravatura
Ora socializada, por nova estrutura.
E nas mentes obscuras, de cérebros doentios
Crescem monturos de pensamentos vazios
Onde só o ouro e o vício tomam forma
Na obsessão que fermenta a lôbrega norma.
Eu vejo, ainda, uma geração desregrada
Abraçada ao vício e à luxúria escravizada
Pelo poder do metal, das diversões mundanas
Vendendo corações, como sina de ciganas
E imbuírem na fé seus corações incrédulos
Que negam ao doente o pão e os remédios
E cortam vencimentos, onde a fome grassa
Lançando-os ao desespero e à desgraça.
São Paulo, 30/09/1964
Armando A. C. Garcia
Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas