Digo-te Adeus !
Digo-te Adeus !...
Digo-te adeus, sem lenço branco na mão
Porém, com ela, de lágrimas umedecida
E em cada uma delas minha canção
De saudade e esperança prometida
Digo-te adeus... barco que se arroja ao mar
Digo-te adeus... na lágrima sentida
Que importa se parto sem destino do lar
Mesmo que não possa esquecer-te na vida
Parto, sem um adeus, ou mesmo, até já
Lançando ao rio as páginas vividas
Minha mágoa desolada, sobrestará
Como dádivas de amores antes sentidas
Na nebulosa travessia que singrei
Ver-me-ás percorrendo os oceanos
Só! No barco o mar inteiro, cruzarei
Sem ter onde aportar meus desenganos
Se a rota escolhida for o fim do destino
Debruçado em pensamentos o meu cais
Que importa a nós, se outra não atino
Mostra teu sorriso que não volto mais
Derradeiro adeus, aquele que olvidei
O rastro de meu batel o oceano apaga
Quis ser gentil e amável... me enganei
Cravei em meu peito esta vil adaga !
São Paulo, 21/04/2009
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Digo-te adeus, sem lenço branco na mão
Porém, com ela, de lágrimas umedecida
E em cada uma delas minha canção
De saudade e esperança prometida
Digo-te adeus... barco que se arroja ao mar
Digo-te adeus... na lágrima sentida
Que importa se parto sem destino do lar
Mesmo que não possa esquecer-te na vida
Parto, sem um adeus, ou mesmo, até já
Lançando ao rio as páginas vividas
Minha mágoa desolada, sobrestará
Como dádivas de amores antes sentidas
Na nebulosa travessia que singrei
Ver-me-ás percorrendo os oceanos
Só! No barco o mar inteiro, cruzarei
Sem ter onde aportar meus desenganos
Se a rota escolhida for o fim do destino
Debruçado em pensamentos o meu cais
Que importa a nós, se outra não atino
Mostra teu sorriso que não volto mais
Derradeiro adeus, aquele que olvidei
O rastro de meu batel o oceano apaga
Quis ser gentil e amável... me enganei
Cravei em meu peito esta vil adaga !
São Paulo, 21/04/2009
Armando A. C. Garcia
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