O amor
Oh minha vida
Oh minha alma
que de tão calma
alento alegria
porque muitos dizem
que o amor é dor
mas eu sinto
o amor como
um riacho de água corrente
contornando obstaculos
talhando caminhos
o amor não é dor
é felicidade
recheio de mel e nozes
sossego
o rosto cansou da futilidade
de ter amado a dor por amor
espelho
e eu
via-te
sonhava te
em todos os rios
em todos os campos verdes
pintava-te à minha maneira
nas ondas do mar
procurei te
nos meus sonhos
em tantos poemas
em tantas melodias
meu amor
mas a procura
era em vão
porque o amor
não se procura
o amor respiras se
sente-se
porque se constrói
não se projecta
e hoje
porque
moras em mim
do acordar ao adormecer
dou pela minha alma
sossegada e feliz
Oh minha alma
que de tão calma
alento alegria
porque muitos dizem
que o amor é dor
mas eu sinto
o amor como
um riacho de água corrente
contornando obstaculos
talhando caminhos
o amor não é dor
é felicidade
recheio de mel e nozes
sossego
o rosto cansou da futilidade
de ter amado a dor por amor
espelho
e eu
via-te
sonhava te
em todos os rios
em todos os campos verdes
pintava-te à minha maneira
nas ondas do mar
procurei te
nos meus sonhos
em tantos poemas
em tantas melodias
meu amor
mas a procura
era em vão
porque o amor
não se procura
o amor respiras se
sente-se
porque se constrói
não se projecta
e hoje
porque
moras em mim
do acordar ao adormecer
dou pela minha alma
sossegada e feliz
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