SORVO DE SAL
Caminho entre as águas que correm
Pelas margens deste meu rio de fragas frias
Da nossa triste esperança no sobressalto
Do teu corpo, da magoada saudade sentida
Nesta ferida aberta no meu peito, onde o sal
Que queima a carência no desejo esquecido
Na mente, deste mar de pupilas desatentas
No desencontro encontrado, sombra da noite
Sem remédio, da seiva de uma gota trêmula
Que a luz magoa a saudade, raiz exposta já de alguém
Na transparência das águas, que correm de novo para o mar
Onde já não sorvo o sal do choro que já não me levanta.
Pelas margens deste meu rio de fragas frias
Da nossa triste esperança no sobressalto
Do teu corpo, da magoada saudade sentida
Nesta ferida aberta no meu peito, onde o sal
Que queima a carência no desejo esquecido
Na mente, deste mar de pupilas desatentas
No desencontro encontrado, sombra da noite
Sem remédio, da seiva de uma gota trêmula
Que a luz magoa a saudade, raiz exposta já de alguém
Na transparência das águas, que correm de novo para o mar
Onde já não sorvo o sal do choro que já não me levanta.
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