FATALIDADE
Te deixarei ir, bem meu
Assim, involuntariamente
Escapando, desatente
Qual uma vida que morreu
Desperto agora, deus,
A soluçar ao ver o dia
E toda a tua covardia
Nem sequer dizer adeus?
"Que fatalidade, meu pai"
Já dizia o poeta
Antes de tudo escurecer
Que fatalidade, meu pai
Foi sequer vê-lo partir
De repente entristecer
Rene Barbosa
Rene Barbosa
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*