ABRILHANTA-SE O DIA …
Abrilhanta-se o dia na minha rua,
As cores descobrem harmoniosas,
Ouvem-se melopeias e prosas,
Dançam as folhas da árvore nua.
Os pássaros procuram novo abrigo,
Num lugar mais acolhedor,
Nos beirais provocam o amor,
Dia a dia enfrentam o perigo.
De vez em quando o dia sombreia,
O sol brinca ao esconde, esconde,
A vida corre como um rio em cadeia.
Os olhos comtemplam toda a teia,
O corrupiar do vento engalanado,
Como tendo braços que a terra semeia.
Maria Antonieta Matos, 04-02-2017
As cores descobrem harmoniosas,
Ouvem-se melopeias e prosas,
Dançam as folhas da árvore nua.
Os pássaros procuram novo abrigo,
Num lugar mais acolhedor,
Nos beirais provocam o amor,
Dia a dia enfrentam o perigo.
De vez em quando o dia sombreia,
O sol brinca ao esconde, esconde,
A vida corre como um rio em cadeia.
Os olhos comtemplam toda a teia,
O corrupiar do vento engalanado,
Como tendo braços que a terra semeia.
Maria Antonieta Matos, 04-02-2017