Pai
Eis que abro os olhos, o vejo por fim,
Nos céus me atira, um soco no ar,
Uma promessa tão bela a ecoar,
uma linda existência aguarda por mim...
Eis que cresço, e o que sobrou?
Promessas quebradas, humilhação,
como pode haver redenção?
Como tanto amor acabou?
És pequeno , és um fraco
estorvo incapaz,
sem um dia de paz,
naufragou esse barco...
E hoje ,cacos a reunir
nunca mais firmará a promessa,
a lição que passo seja essa,
nunca deixe uma infância ruir.
Nos céus me atira, um soco no ar,
Uma promessa tão bela a ecoar,
uma linda existência aguarda por mim...
Eis que cresço, e o que sobrou?
Promessas quebradas, humilhação,
como pode haver redenção?
Como tanto amor acabou?
És pequeno , és um fraco
estorvo incapaz,
sem um dia de paz,
naufragou esse barco...
E hoje ,cacos a reunir
nunca mais firmará a promessa,
a lição que passo seja essa,
nunca deixe uma infância ruir.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
De ti jamais irei desistir
Enquanto houver em mim desejo
Sempre irei pedir um beijo
Enquanto houver a certeza
voou-te querer e amar, com certeza
Enquant…
Tsunamidesaudade63
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal