Absinto
Vou beber num copo, qualquer líquido alcoólico
E me sentir por alguns instantes
Um tanto quanto melancólico
Observar pelo globo ótico, tudo que se move
Os quarenta e nove, e sua missão
Vou resgatar do meu inconsciente
Algo que insiste, intuitivamente
Em me enlouquecer
Absinto esperar que a noite caia
Que os raios partam, e que os cometas passam
Numa conspiração do universo
Comentários (1)
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2012-06-08
Beba do teu poema se embriague com as palavras fique tonta de tanta emoção e caia no chão vibrando com suas vitórias. Parabéns
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