Seios
No contorno do teu corpo minhas
mãos encontram o amor oculto na
fria noite...
Onde, no calor dos teus seios, meus
lábios redescobrem o doce sabor das
antigas emoções.
E no suspirar profundo da noite, meigo,
renasce em mim o menino que insiste no
amor viver...
Com o reflexo da Lua, teu prateado ventre
se abre qual noturna flor e, com a beleza das
nossas desnudas almas,
Nossos corpos se amam...
Domingos Alicata.
Rio, 20.11.2007.
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