Quando eu morrer
Quero que meu corpo arda em chama
como a paixão que ,em vida,ardeu em meu peito
quero ao menos uma lágrima daquele que me ama
e não façam do cemitério meu derradeiro leito.
Quero palavras de um amigo poeta,
que november rain possa soar
como alento para emoção mais discreta
e que maiores prantos se façam calar.
E o que sobrar (as cinzas)
que estas se espalhem
em meio as arvores mais lindas.
E para as coisas que não se escolhem,
que sejam sinceras e dignas
então chegarei as estrelas que me acolhem.
como a paixão que ,em vida,ardeu em meu peito
quero ao menos uma lágrima daquele que me ama
e não façam do cemitério meu derradeiro leito.
Quero palavras de um amigo poeta,
que november rain possa soar
como alento para emoção mais discreta
e que maiores prantos se façam calar.
E o que sobrar (as cinzas)
que estas se espalhem
em meio as arvores mais lindas.
E para as coisas que não se escolhem,
que sejam sinceras e dignas
então chegarei as estrelas que me acolhem.
Comentários (2)
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2013-12-23
Bendita tua alma sofrida de poetisa maior... O amor derramado em folhas brancas, que nos contentam e enchem o coração dorido. Excelente poema Larissa
2012-07-05
Assim será feito tua alma vai vagar pelas paginas dos poemas como lendas de um amor que sobrevive a todos os encantos desta vida. Parabéns
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