Das Palavras que o são
Como se fazem
Como nascem as palavras
Não as da manhã
Que essas suam
Ternura
Sorrisos
Afloram o olhar na memória muda
Falo das outras
Das que rasgam o ventre
E nascem desgraçadas
Renegadas
Condenadas à eternidade
Servindo reis e plebeus
Correndo as ruas
Sem dono
(Essas)
As perdidas
Que alimentam a paixão
Fecundam as Almas solitárias
E param a qualquer hora do dia
No meio da multidão
Que as olha e sorri
Que as deseja e se esventra
E elas, delirando de paixão,
Sem regras
Sem fim
Nas mãos de qualquer um,
Buscam
apenas refúgio
..................................
Como nascem as palavras
Não as da manhã
Que essas suam
Ternura
Sorrisos
Afloram o olhar na memória muda
Falo das outras
Das que rasgam o ventre
E nascem desgraçadas
Renegadas
Condenadas à eternidade
Servindo reis e plebeus
Correndo as ruas
Sem dono
(Essas)
As perdidas
Que alimentam a paixão
Fecundam as Almas solitárias
E param a qualquer hora do dia
No meio da multidão
Que as olha e sorri
Que as deseja e se esventra
E elas, delirando de paixão,
Sem regras
Sem fim
Nas mãos de qualquer um,
Buscam
apenas refúgio
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