Devaneio
Quando me deixastes levastes os meus sonhos
Levastes a minha alma
Me deixastes a deriva
Me deixastes ao léu , sem chão
Sem destino , sem rumo
Só Deus sabe o que passei
Quando a solidão bateu na minha porta
E não teve piedade , não poupou meu coração
Como uma vendaval, arrastou tudo e fez tremer
Mas nada é para sempre
Tenho que enfrentar o meu destino
E não tenho medo , pois sempre há uma cura
O tempo se encarrega de tudo
E não há um mal que perdure
Eu lamento que tu também vais sofrer
Um outro alguém te fará entender
Que nessa vida só pagamos o que dela damos
Por isso eu deixo o vento levar
E que fique ao relento
Pois eu me desprendi de ti
E aonde eu for ,
Tu não passas de um devaneio
Levastes a minha alma
Me deixastes a deriva
Me deixastes ao léu , sem chão
Sem destino , sem rumo
Só Deus sabe o que passei
Quando a solidão bateu na minha porta
E não teve piedade , não poupou meu coração
Como uma vendaval, arrastou tudo e fez tremer
Mas nada é para sempre
Tenho que enfrentar o meu destino
E não tenho medo , pois sempre há uma cura
O tempo se encarrega de tudo
E não há um mal que perdure
Eu lamento que tu também vais sofrer
Um outro alguém te fará entender
Que nessa vida só pagamos o que dela damos
Por isso eu deixo o vento levar
E que fique ao relento
Pois eu me desprendi de ti
E aonde eu for ,
Tu não passas de um devaneio
Comentários (2)
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Heloisa Melo
Autor
2012-07-11
João todas essas palavras vindo de ti, só me incentivam a escrever tudo que brota do meu ser, obrigada pelo carinho !! bjs no teu coração
2012-07-11
É Heloisa a cada poema teu que eu leio você se revela uma pessoa sentimental que luta para que o amor sobreviva e tenha forças para carregar nos ombros estas saudades estas lembranças estes devaneios, pois somos feito de luz e é na escuridão que brilhamos mais. Parabéns
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