Nada mais...
Imóvel, taça na mão,
olho a noite,
lá fora, só escuridão,
nada ouço...nada vejo...
nada há...só esse breu
que me alucina...
Nem voz, nem música,
nem riso, nem cheiro,
nem toque,
nem mão estendida...
Nada mais há,
Só essa solidão bandida...
(ania)
(Ouvindo Killing Loneliness - HIM)
https://www.youtube.com/watch?v=IcuGSXCA96I
olho a noite,
lá fora, só escuridão,
nada ouço...nada vejo...
nada há...só esse breu
que me alucina...
Nem voz, nem música,
nem riso, nem cheiro,
nem toque,
nem mão estendida...
Nada mais há,
Só essa solidão bandida...
(ania)
(Ouvindo Killing Loneliness - HIM)
https://www.youtube.com/watch?v=IcuGSXCA96I
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
2017-10-04
Ana, costumo dizer que a solidão é um animal danado que abocanha as entranhas. Quando provamos dela a sério, nem que seja 'só' no modo de lambidelas, nunca mais nos larga, é como uma doença crónica. Gosto deste teu poema.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*