Missivas foram todas esquecidas
Já se foram todas queridas
Vede que hoje faltam abraços
E do andar juntos em bosques vastos.
Que nevoa entra nos oculares
De chorares em telas celulares
Partindo depois de tickets comprados
No passando então ficam abandonados
Onde estão os apertos de mãos ?
De saudades e encontros marcados
Como se em ventre separados irmãos
Que ventos as portas batem
Que chuva sem sincronia e pobre.
Pois então todos amigos partem.
Já se foram todas queridas
Vede que hoje faltam abraços
E do andar juntos em bosques vastos.
Que nevoa entra nos oculares
De chorares em telas celulares
Partindo depois de tickets comprados
No passando então ficam abandonados
Onde estão os apertos de mãos ?
De saudades e encontros marcados
Como se em ventre separados irmãos
Que ventos as portas batem
Que chuva sem sincronia e pobre.
Pois então todos amigos partem.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Poeira em desencanto.
Tem vezes que quando observo o infinito - todas as cores despontam... e meus olhos e ouvidos ouvem o chiar das trombetas dos deuses. A t…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! teus filhos exigem mudanças (soneto) - 11/05/2016
Brasil ! teus filhos exigem mudanças,
A mudança radical, te conclamam
Jazem de joelhos suas esperanças
Por um …
Armando A. C. Garcia
Naturalmente, (soneto) - 12/12/2017
Naturalmente, sonhando acordado
Controlando desejo e emoção
Verdade ou mentira, que importa então,
Se este meu…
Armando A. C. Garcia
O Rochedo – (soneto) - 07/03/2016
Bate o mar enfurecido no rochedo
Em espuma se transforma sua ira,
O seu poder feroz nos causa medo,
Mas calma …
Armando A. C. Garcia