Insônia e poesia

Detive a ansiedade no velho coração
Tempo que de inquietação gritava
Mas ele nem ouviu a minha petição
Intenso o amor ainda o despertava
Lá fora olhando a noite enluarada
Como boêmio em noite taciturno
Silente ouvia algum cantar noturno
Na placidez da escuridão calada
Imaginando em tudo meu momento
O outono o cair das folhas ao vento
Era uma estação de um tempo findo
Vivi o amor em todos seus momentos
Relicários de amoções idas ao vento
Já sonolenta vejo madrugada vindo
Comentários (2)
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2012-08-01
Seus poemas são como buques de flores são como raios de sol adentrando a cortina são como sussurros ao vento que assoviando passa e nos diz é pura poesia. Lindo Parabéns
2012-07-31
lindo poema!
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