
E as chuvas
continuam: chuvas,
sangues e dores.
E este cão condenado
sequer pode
pegar o próximo trem
da manhã,
nem colher
a próxima flor a nascer,
nem fabricar
o próximo sonho
a morrer.
SITE DO AUTOR: www.espaçoniilista.net
BLOG DO AUTOR: https://poesiasniilistas.blogspot.com.br/
SITE DO AUTOR: www.espaçoniilista.net
BLOG DO AUTOR: https://poesiasniilistas.blogspot.com.br/
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski