O CÁRCERE PRIVADO

às sombras da noite,
e os fogos
só estão acesos em outros
lugares;
tento vestir
uma jaqueta ou usar um cobertor
e dizem que sou um rato
a me esconder
do teatro;
tento apertar
uma mão pedindo apoio
e o que sinto são nódoas se escorrendo
por entre meus dedos
calvos;
e a bela e poética
tarde de verão nunca chega,
e fico ali,
qual pinto
molhado, com um baita frio,
até que tudo se finde
congelado.
www.espaconiilista.net
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski