Girassol Mortificado
Nos dias radiantes,
o astro rei tu refletias.
Até mesmo nas manhãs mais excruciantes,
de melancolia não padecias.
Brilhavas livremente,
sem que a teu brilho pudessem impedir.
De cor viva eras tu,
tão viva que os fazia sorrir.
Até que então veio a tormenta,
e de cor escura
o teu céu cobriu.
Logo, começaste a ficar gélido, pálido;
e então... finalmente...
tornaras-te mortificado.
Autor: RSS (Um poeta qualquer)
Autor: RSS (Um poeta qualquer)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*